The Hitchhiker’s Guide To The Galaxy

Finalmente! A mais fabulosa de todas as histórias de ficção científica humorística que vocês possam imaginar deu à luz a única criatura que faltava no Universo: o filme “The Hitchhiker’s Guide To The Galaxy”. Há muito tempo que eu tinha ouvido falar neste livro. Há 4 anos atrás resolvi folheá-lo na livraria e tive de o comprar. Já o li três vezes e vale sempre a pena lêr outra vez. Infelizmente, não há nenhuma edição em português (por enquanto, porque é óbvio que depois de sair o filme aparece). Este livro começou como um programa radiofónico na BBC, transformou-se em livro e num monte de outras coisas como jogos de vídeo e peças de teatro. Ao longo destas atribuladas reencarnações, a história foi adquirindo uma série de incongruências e só na sua última reencarnação (a edição que eu tenho) é que Douglas Adams se resolveu a juntar tudo numa peça só. O Hitchhiker’s Guide To The Galaxy são na verdade 4 livros +1. Esta edição revista pelo autor tem até o subtítulo “The trilogy of four” por causa disso mesmo.
O primeiro livro é o “Hitchhiker’s Guide To The Galaxy”, e começa com a Terra a ser destruída para dar espaço a uma espécie de auto-estrada inter-estelar; o segundo “The Restaurant at the End of the Universe”, em que os protagonistas percorrem a Galáxia numa nave espacial movida a improbabilidade à procura dum sítio para almoçar; o terceiro “Life, The Universe and Everything”, em que o (anti-)herói vai finalmente ao encontro de Deus e obtém as respostas às Grandes Questões; e o quarto “So Long, and Thanks For All The Fish”, em que o protagonista, depois de lhe ser revelada a Mensagem Final de Deus a Toda a Sua Criação, esquece-se…. O quinto livro, à laia de epílogo, é “Mostly Harmless” — ou “Em geral inofensivo”, a única informação que o “Guide” traz do planeta Terra e dos seus habitantes — em que o herói, depois de ver o seu planeta destruído, a sua namorada desaparecer por causa de um mal-entendido sobre a natureza do espaço-tempo e a sua nave explodir ao despenhar-se num planeta atrasado, não tem outro remédio senão viver à custa da sua única capacidade: fazer sandwiches.
Douglas Adams nasceu em Cambridge, UK e viveu com a sua mulher e a sua filha em Santa Barbara, California, até ao dia 11 de Maio de 2001, quando subitamente faleceu.