Mark Ryden
Mark was part of a very creative family. His father, Keith, made his living painting, restoring, and customizing cars. Mark’s mother, Barbara, while dedicated her life to raising her 5 children, was always busy with a creative project and encouraged her children in the pursuit of art. Mark’s older brother KRK, an underground artist notorious in the counter culture, gave Mark an early introduction to art. Ler mais…
Mark Ryden é um pintor surrealista. O seus quadros têm um estilo que à primeira vista nos lembra a banda desenhada, o cartoon a ilustração para crianças… São povoados de símbolos religiosos, alquímicos, políticos. Com traços da cultura popular do passado e do presente.
Onde as crianças, personagens infantis, personagens históricas, pedaços de carne… são temas sempre presentes. Onde a verdade, a inocência e a bondade coabitam com o pecado e a maldade, a morte.
São divertidos, bizarros, obcessivos, carnavalescos, kitsch… Uma festa para os sentidos!
May 4th, 2006 at 11:05 am
[…] Marion Peck é uma pintora americana com um estilo que faz lembrar um dos meus pintores preferidos, o Mark Ryden — não será alheio a isto o facto de ela ser mulher dele (podem vê-los aqui). A pintura dela, tal como a de Ryden, é surrealista, naif e kitsch; mas aborda outros temas, é menos complexa, menos bizarra, menos obcessiva, menos simbólica… eu prefiro de longe a do marido. Mas vale a pena dar uma vista de olhos no site dela. […]
May 12th, 2006 at 5:20 am
[…] Eric White não tem uma pintura que me entusiasme — como por exemplo Mark Ryden ou Joe Sorren, pintores, tal como ele, da nova geração americana — mas tem algumas coisas de que gosto… Uma das coisas que eu acho curiosas no seu trabalho é que apesar de ser pintura a óleo, em muitos dos seus quadros parece que alguém andou a brincar no photoshop — imagens de figuras do cinema com “rabiscos” em cima, pessoas distorcidas, ou com efeitos (como se tivessem usados os filtros do photoshop), etc. Uma pintura que mistura o realismo com o surrealismo, em que as referências ao cinema, nomeadamente o cinema dos anos 40 e 50, são uma constante. São “paintings about films about dreams about the neighbors.” […]
December 30th, 2006 at 7:47 pm
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